Cartografias afetivas

Um dos mapas dos deslocamentos dos vendedores ambulantes na cidade de Belo Horizonte. Fonte: Atlas Ambulante.

RIBEIRO, D. M.. Cartografias afetivas: mapeamentos da experiência do corpo no espaço. In: Sônia Pessoa; Ângela Marques; Carlos Mendonça. (Org.). Afetos: teses e argumentos. 1ed.Belo Horizonte: Fafich/Selo PPGCOM/UFMG, 2021, v. 1, p. 83-104.

Neste estudo, analisamos alguns exemplos de projetos cartográficos que tratam das nossas relações afetivas com o espaço. Argumentamos que a linguagem dos mapas pode ser capaz de traduzir propriedades ligadas aos afetos, atuando como um signo mediador das nossas experiências estéticas e fenomenológicas com os lugares. Assim, nosso objetivo é promover uma interpretação semiótica das cartografias afetivas, tendo  como objeto de estudos experimentos cartográficos alternativos que lidam com o mapeamento de índices ligados às memórias e emoções.

Este estudo é parte da publicação “Afetos: teses e argumentos“, organizada pelos amigos do PPGCOM/UFMG Sônia Pessoal, Ângela Marques e Carlos Mendonça. Agradeço aos organizadores pela oportunidade de contribuir com o livro. O livro está disponível para download gratuito pelo Selo do PPGCOM/UFMG.

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Sociedade da desinformação e infodemia

Sociedade da desinformação e infodemia

ALZAMORA, G.; MENDES, C. ; RIBEIRO, D. M. (Orgs.) . Sociedade da desinformação e infodemia. 1. ed. Belo Horizonte: Fafich/Selo PPGCOM/UFMG, 2021. v. 1. 231p .

Este livro deriva da pesquisa coletiva “A dinâmica transmídia de notícias falsas sobre o novo coronavírus”, efetuada desde março de 2020 em caráter interinstitucional por integrantes de três grupos de pesquisa: a) MediaAção, vinculado ao Núcleo de Conexões Intermídia (UFMG); b) Campo Comunicacional e Suas Interfaces (PUC Minas); e c) Convergência e Jornalismo (UFOP). Inscreve-se também nas atividades do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares (IEAT) da UFMG em 2021, que abriga a formação interinstitucional desta rede de pesquisa. A investigação foi motivada pelo interesse comum em avaliar os desdobramentos comunicacionais que surgiram com a rápida expansão da epidemia de covid-19, tendo em vista o recorte da desinformação. A partir da característica transmidiática do tema, foi possível agregar abordagens complementares, explorando aspectos conceituais do fenômeno da desinformação nas plataformas de comunicação em rede. Esta obra, portanto, é um dos frutos gerados pela pesquisa coletiva realizada pelos referidos grupos, proporcionando matizes variados da análise interdisciplinar sobre essa relevante questão que atravessa os estudos contemporâneos da comunicação.

Agradeço Geane Alzamora e Conrado Mendes pela parceria nesta publicação. Agradeço também a equipe do Selo PPGCOM UFMG pelo apoio. O livro está disponível para download gratuito.

Além da organização do livro, também participei com um dos capítulos, junto com o colega Fabio Amaral. O capítulo se chama “Verdade e crença sob a perspectiva do pragmatismo: contribuições para o debate sobre a desinformação científica“. Nesse capítulo, fazemos uma revisão bibliográfica sobre o problema da desinformação nas plataformas de redes sociais on-line. Em seguida, promovemos uma reflexão dessa questão à luz do pragmatismo de Charles Peirce.

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Análise semiótica de infográficos

Um dos infográficos analisados no projeto “Como ler infográficos?”

No começo de outubro de 2021, participei da 17a. Jornada do Centro Internacional de Estudos Peirceanos (CIEP). Ao lado de grandes especialistas na semiótica de Peirce, apresentei uma reflexão metodológica sobre infográficos, a partir do esforço coletivo desenvolvido em nosso projeto de extensão “Como ler infográficos?”, desenvolvido pela equipe de alunos e pesquisadores da UFMG.

A aplicação da semiótica de Charles Peirce na análise de infográficos

RIBEIRO, D. M.. A aplicação da semiótica de Charles Peirce na análise de infográficos. In: 17a Jornada do Centro Internacional de Estudos Peirceanos – CIEP, 2021, São Paulo. Caderno da 17a Jornada do Centro Internacional de Estudos Peirceanos – CIEP, 2021. v. 17. p. 128-148.

RESUMO:

Este estudo debate a aplicação da semiótica na análise de infográficos, tendo em vista os resultados de um projeto de pesquisa e extensão do curso de Comunicação Social da UFMG sobre o uso da infografia no contexto da pandemia de covid-19. Destaca- se a relevância dos aspectos semióticos desse formato visual de representação de dados para o jornalismo, resgatando definições e modelos classificatórios de infográficos. Em seguida, apresentamos uma proposta metodológica que utiliza a teoria do signos de Charles Peirce, mais precisamente as tricotomias ícone, índice e símbolo e a tríade dos interpretantes (emocional, energético e lógico). Ao aplicar a metodologia semiótica em um projeto de caráter educacional e científico, pretende- se reforçar a relevância do pensamento de Peirce nas iniciativas acadêmicas da área de Comunicação no Brasil.

PALAVRAS-CHAVE: infografia; semiótica; metodologia; covid-19

Download do artigo completo.

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Aspectos pragmáticos e semióticos da desinformação

Eu, Geane Alzamora e Conrado Mendes – representando o grupo MediaAção da UFMG – apresentamos um resumo das nossas pesquisas sobre desinformação na VI Jornada dos Grupos de pesquisa em Semiótica. O caderno com os trabalhos apresentados está disponível aqui.

O trabalhou procurou trazer dois aportes semióticos para o tema da desinformação, que serão aprofundados em nosso livro “Sociedade da Desinformação e Infodemia” (no prelo). Segue abaixo o resumo que apresentamos.

Aspectos pragmáticos e semióticos da desinformação

Grupo de Pequisa MediaAção/ UFMG

Daniel Melo Ribeiro; Conrado Moreira Mendes; Geane Alzamora

RIBEIRO, D. M.; MENDES, C. ; ALZAMORA, G. . Aspectos pragmáticos e semióticos da desinformação. In: VI Jornada dos Grupos de Pesquisa em Semiótica, 2021. Caderno de resumo da VI Jornada dos Grupos de Pesquisa em Semiótica, 2021. v. 1. p. 61-62.

Este estudo deriva da pesquisa “A dinâmica transmídia de notícias falsas sobre o novo coronavírus”, desenvolvida pelo grupo MediaAção, vinculado ao Núcleo de Conexões Intermídia da UFMG. A investigação foi motivada pelo interesse em avaliar os desdobramentos comunicacionais que surgiram com a rápida expansão da epidemia de covid-19, tendo em vista o recorte da desinformação. A partir de pesquisa exploratória do tema, por meio de coleta de hahstags que ocuparam os trending topics do Twitter no primeiro semestre de 2020, elegemos como recorte empírico de investigação as formas de mediação estabelecidas no Twitter pela hashtag #perguntacorona. A referida hashtag remete ao programa televisivo da Rede Globo “Combate ao Coronavírus”, que foi exibido entre 17 de março de 2020 e 22 maio de 2020. Por meio dessa hashtag, a audiência do programa foi estimulada a publicar perguntas sobre a pandemia nas redes sociais online. No entanto, além de questões relacionadas à pandemia, observamos também que a hashtag foi associada a postagens que promoviam diferentes manifestações de desinformação.

Nesta apresentação, vamos destacar duas abordagens semióticas adotadas pelo grupo MediaAção para compreender essa trama de significados que emerge das postagens associadas à hashtag #perguntacorona, considerando suas implicações nas noções de informação e desinformação. Por um lado, partimos dos conceitos de crença e verdade, advindas do pensamento do filósofo e lógico estadunidense Charles Peirce. Diante dos discursos anticiência que ganharam destaque durante a pandemia de covid-19, levantamos as seguintes questões: por que a veracidade do discurso científico é questionada? O que leva uma parcela da população a desacreditar os argumentos da ciência em favor de outros discursos? De que maneira a ciência se aproxima da verdade? Assim, esta primeira apresentação tem como objetivo abordar os conceitos de verdade e crença no atual debate sobre a ciência e a desinformação. Para isso, vamos nos apoiar nos fundamentos do pragmatismo de Charles Peirce, bem como nas suas considerações sobre os métodos de fixação das crenças. De maneira sintética, o pragmatismo pode ser entendido como um método de elaboração de crenças que guiam a conduta, apontando para o aprimoramento da razão no longo curso do tempo. Assim, acreditamos que as ideias de Peirce sobre a articulação do pensamento deliberado podem esclarecer pontos obscuros sobre as causas da desinformação.

Em outra frente, analisamos parte do corpus relativo às postagens mais compartilhadas com a hashtag #perguntacorona, com base em pressupostos teóricos da semiótica discursiva de A. J. Greimas e da sociossemiótica de E. Landowski. Este segunda apresentação se guia pela seguinte questão: como se efetuam a dinâmica de propagação e a construção de sentido de textos relacionados à hashtag #pergun-
tacorona? Em outras palavras, indagamos: como pensar semioticamente a propagação da desinformação e sua relação com seu termo contrário, a informação? Para isso, as postagens são analisadas quanto à semântica discursiva do percurso gerativo do sentido (temas, figuras e isotopias), verificando-se, em seguida, as recorrências no plano do conteúdo. Depois disso, com base na relação de sentido entre elas, esta apresentação busca compreender as dinâmicas de propagação das postagens. Em seguida, as interações discursivas entre enunciador e enunciatário são examinadas. Com base nesse percurso, a desinformação é situada no quadro da veridicção, como fenômeno ligado às paixões (ao sensível) e, sobretudo, à crença. Finalmente, sustentados por essa análise, delineamos uma abordagem (sócio) semiótica da desinformação.

Embora as apresentações propostas estejam fundamentadas em matrizes semióticas distintas, argumentamos que essas duas frentes de investigação dos fenômenos da desinformação desenvolvidas pelo grupo MediaAção se complementam. Ambas as frentes contribuíram significativamente para o enriquecimento das reflexões em nossa pesquisa, ao trazer um olhar semiótico e pragmático sobre os discursos manifestados no corpus da pesquisa. Os resultados dessa pesquisa, que também envolve outros pesquisadores da UFMG, da PUC-Minas e da UFOP, serão publicados em um livro intitulado “Sociedade da desinformação e infodemia”. Além disso, será ofertado um curso sobre essa temática que integra os programas de pós-graduação da área de comunicação dessas três universidades.Palavras-chave:

Informação; Desinformação; Covid-19; Semiótica; Pragmatismo.

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Reflexões sobre mídias locativas

Tive o prazer de participar do 7. Encontro Regional de Ensino de Geografia e 3. Workshop de Cartografia e Novos letramentos, da UNICAMP. Apresentei o tema Mídias locativas: arte e ativismo no mapeamento da cidade. Discutimos sobre as implicações das mídias móveis com recursos de geolocalização na percepção dos espaços e dos lugares. Agradeço muito o convite da profa. Tânia do Canto pela interlocução.

A apresentação é uma referência a um artigo recentemente publicado na revista Polifonia da UFMT.

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Expocom Regional 2021

Nosso projeto “Como ler Infográficos” ganhou o prêmio Expocom de melhor projeto de extensão da área de Comunicação da Região Sudeste.

O prêmio Expocom Regional atesta a relevância do tema da infografia para o nosso atual contexto. Concorremos com projetos de extensão da área de Comunicação de outras grandes universidades da região Sudeste, tais como a UFRJ, a UFOP e a UFF. O prêmio é um reconhecimento merecido para a equipe que se dedicou ao projeto, contribuindo para reforçar as atividades de extensão da UFMG.

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Quo Vadis?

No último dia 23/07/2021, participei de um mesa de debates no evento Quo Vadis? Arts and Humanities Research in the 21st Century, organizado pelo professor Stephen Hart, da UCL (University College of London). Junto nossa amiga Nefeli Zygopoulou, eu e Letícia Capanema apresentamos alguns resultados de nossas pesquisas recentes.

Catastrophic memories in Brazilian Cinema: Phantasmagoria, Anachronism, and Slavery.

Letícia Capanema (Universidade Federal de Mato Grosso)
capanema.letícia@gmail.com

Abstract: This study reports partial results of the research “Narratives of memories in cinema: remembrance, forgetting, and historical readability”, under development at the Department of Communication of the Federal University of Mato Grosso (UFMT – Brazil). Considering cinema as an expression of memories and historical gaze, we propose to discuss cinematographic representations of catastrophic past in Brazil, particularly the slavery period and the military dictatorship. Both past events structure the foundations of Brazilian society, and their effects are still present today. It is no coincidence that these events are being targeted by the negationist wave that has risen in Brazil in recent years. In order to discuss catastrophic memories in cinema, we highlight, in this panel, how slavery is represented in contemporary Brazilian films, such as “All the dead ones” (Caetano Gotardo and Marco Dutra) and “The white death of the black sorcerer” (Rodrigo Ribeiro). Released in 2020, both films approach the slavery period by the strategy of phantasmagoria, that is, how the slavery past haunts he post-abolition present. To analyze these films, we recover the notions of anachronism and survival explored by Georges Didi-Huberman (2013; 2015; 2018) based on his reading of Aby Warburg’s work, as well as Walter Benjamin’s (2012) ideas about history and barbarism. We discuss how audiovisual language makes history visible, not only recomposing the past, but also through the “political power of imagination” (Arendt, 1977; Didi-Huberman, 2020) that makes “survivals” of the past readable in the present.

Indigenous Countermapping: Affinities Between Critical Cartography and Decolonisation

Daniel Melo Ribeiro (Universidade Federal de Minas Gerais)
danielmeloribeiro@gmail.com

Abstract: This study discusses the relations between decolonialism and critical cartography. We start from the consideration that the map is not a neutral support to represent space, translating power relations. Given this assumption, we ask the following question: how could the representation of space through maps criticize the logic of coloniality/modernity and reveal narratives that are subjugated by colonialism? We propose that the resistance to the discourse of coloniality could be explored in the indigenous counter-mapping practices. Keywords: decolonialism; counter-mapping, indigenous mapping

Agradecemos Nefeli por esse convite e pela oportunidade de compartilhar algumas reflexões sobre questões indígenas e raciais no Brasil.

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Design thinking e os três tipos de raciocínio

Segue um resumo da minha contribuição para o site da Rede Brasileira de Pesquisa em Semiótica Peirceana. A rede é composta por um grupo de pesquisadores de todo o Brasil especialistas na obra de Charles S. Peirce.

Nesta postagem, procurei explorar as relações entre o design e a semiótica, para além da já conhecida aplicação da teoria dos signos. Junto com alguns outros autores, acredito que a interseção entre a semiótica e o design oferece um relevante campo de estudos que ainda não foi suficientemente explorado.

Design thinking e os três tipos de raciocínio

Resumo:

O objetivo desta reflexão é propor uma analogia entre os ciclos metodológicos do design thinking e os três tipos de raciocínio desenvolvidos por Charles Peirce: a abdução, a dedução e a indução. Argumentamos que os procedimentos metodológicos propostos pelo design thinking – inspiração, ideação e implementação – correspondem aos tipos de raciocínio, necessários para a elaboração de hipóteses e para a validação das soluções. Nesse sentido, esta reflexão pretende reforçar que a semiótica apresenta-se como um relevante fundamento para as práticas contemporâneas do design.

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Um relato de pesquisa sobre a abordagem semiótica dos mapas

No último dia 15/04/2021, participei do 14º Seminário Teorias da Comunicação, organizado pela UFMG, PUC-Minas e Cásper Libero. Tive a grata oportunidade de falar um pouco da pesquisa de doutorado que originou o livro Limiares da Cartografia.

Agradeço à Ângela, Luis Mauro, Maria Ângela e Tiago pelo convite.

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Limiares da cartografia: uma leitura semiótica de mapeamentos alternativos

Minha tese de doutorado foi publicada em formato de e-book pelo Selo do PPGCOM/UFMG.

Fico muito feliz com essa publicação, que consolida um trabalho de pesquisa desenvolvido entre os anos de 2015 e 2018 na PUC-SP, no programa de Comunicação e Semiótica.

Agradeço aos amigos e familiares que apoiaram este trabalho. Dedico um especial agradecimento à profa. Lucia Santaella pela orientação da pesquisa e pela gentileza da elaboração do prefácio do livro. Agradeço também aos colegas da UFMG e do Selo PPGCOM pelo acolhimento e pela oportunidade de divulgação deste trabalho.

O livro está disponível para download gratuito.

Segue abaixo uma breve descrição:

Limiares da cartografia: uma leitura semiótica de mapeamentos alternativos

O livro trata de propriedades comunicacionais e semióticas dos mapas, abordando práticas alternativas de mapeamento que incentivam outras maneiras de perceber o espaço. Para isso, o autor seleciona quatro tendências que exploram os limites da linguagem cartográfica: a map art, as mídias locativas, a cartografia literária e o mapeamento profundo. O livro provoca reflexões sobre nossa relação com os lugares, tendo os mapas como signos mediadores desse processo. Nesse sentido, o livro também trata de processos de mapeamento, ou seja, da criação de mapas capazes de traduzir experiências singulares com o espaço. Para se aprofundar nessas experiências, o autor resgata o pensamento de Walter Benjamin, um filósofo que se interessou pelas experiências limiares. É sobre esses caminhos metodológicos pavimentados por Walter Benjamin que o livro traz uma proposta de mapeamento que possa evidenciar formas alternativas de se pensar as representações dos espaços e dos lugares.

RIBEIRO, Daniel Melo. Limiares da cartografia. uma leitura semiótica de mapeamentos alternativos. Belo Horizonte: FAIFCH Selo PPGCOM UFMG, 2021. Disponível em: <https://seloppgcom.fafich.ufmg.br/novo/publicacao/limiares-da-cartografia/>.

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